27 Novembro, 2009
Ladrão que rouba ladrão
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26 Novembro, 2009
Referendo sobre os casamentos homossexuais – ocasião de democracia directa
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25 Novembro, 2009
Clara Ferreira Alves (artigo demolidor)
CLARA FERREIRA ALVES (artigo demolidor)
Não admira que num país assim emerjam cavalgaduras, que chegam ao topo, dizendo ter formação, que nunca adquiriram (Olá! camarada Sócrates…Olá! Armando Vara…), que usem dinheiros públicos (fortunas escandalosas) para se promoverem pessoalmente face a um público acrítico, burro e embrutecido.
Este é um país em que a Câmara Municipal de Lisboa, desde o 25 de Abril distribui casas de RENDA ECONÓMICA - mas não de construção económica - aos seus altos funcionários e jornalistas, em que estes últimos, em atitude de gratidão, passaram a esconder as verdadeiras notícias e passaram a "prostituir-se" (Olá! Batista Bastos… ainda és comunista?!) na sua dignidade profissional, a troco de participar nos roubos de dinheiros públicos, destinados a gente carenciada, mas mais honesta que estes bandalhos.
Em dado momento a actividade do jornalismo constituiu-se como O VERDADEIRO PODER. Só pela sua acção se sabia a verdade sobre os podres forjados pelos políticos e pelo poder judicial. Agora contínua a ser o VERDADEIRO PODER mas senta-se à mesa dos corruptos e com eles partilha os despojos, rapando os ossos ao esqueleto deste povo burro e embrutecido. Para garantir que vai continuar burro o grande cavallia (que em português significa cavalgadura) desferiu o golpe de morte ao ensino público e coroou a acção com a criação das Novas Oportunidades.
Gente assim mal formada vai aceitar tudo e o país será o pátio de recreio dos mafiosos.
A justiça portuguesa não é apenas cega. É surda, muda, coxa e marreca.
Portugal tem um défice de responsabilidade civil, criminal e moral muito maior do que o seu défice financeiro, e nenhum português se preocupa com isso, apesar de pagar os custos da morosidade, do secretismo, do encobrimento, do compadrio e da corrupção. Os portugueses, na sua infinita e pacata desordem existencial, acham tudo "normal" e encolhem os ombros. Por uma vez gostava que em Portugal alguma coisa tivesse um fim, ponto final, assunto arrumado. Não se fala mais nisso. Vivemos no país mais inconclusivo do mundo, em permanente agitação sobre tudo e sem concluir nada.
Desde os Templários e as obras de Santa Engrácia, que se sabe que, nada acaba em Portugal, nada é levado às últimas Consequências, nada é definitivo e tudo é improvisado, temporário, desenrascado.
Da morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério que a rodeia, foi crime, não foi crime, ao desaparecimento de Madeleine McCann ou ao caso Casa Pia, sabemos de antemão que nunca saberemos o fim destas histórias, nem o que verdadeiramente se passou, nem quem são os criminosos ou quantos crimes houve.
Tudo a que temos direito são informações caídas a conta-gotas, pedaços de enigma, peças do quebra-cabeças. E habituámo-nos a prescindir de apurar a verdade porque intimamente achamos que não saber o final da história é uma coisa normal em Portugal, e que este é um país onde as coisas importantes são "abafadas", como se vivêssemos ainda em ditadura.
E os novos códigos Penal e de Processo Penal em nada vão mudar este estado de coisas. Apesar dos jornais e das televisões, dos blogs, dos computadores e da Internet, apesar de termos acesso em tempo real ao maior número de notícias de sempre, continuamos sem saber nada, e esperando nunca vir a saber com toda a naturalidade.
Do caso Portucale à Operação Furacão, da compra dos submarinos às escutas ao primeiro-ministro, do caso da Universidade Independente ao caso da Universidade Moderna, do Futebol Clube do Porto ao Sport Lisboa Benfica, da corrupção dos árbitros à corrupção dos autarcas, de Fátima Felgueiras a Isaltino Morais, da Braga Parques ao grande empresário Bibi, das queixas tardias de Catalina Pestana às de João Cravinho, há por aí alguém quem acredite que algum destes secretos arquivos e seus possíveis e alegados, muitos alegados crimes, acabem por ser investigados, julgados e devidamente punidos?
Vale e Azevedo pagou por todos?
Quem se lembra dos doentes infectados por acidente e negligência de Leonor Beleza com o vírus da sida?
Quem se lembra do miúdo electrocutado no semáforo e do outro afogado num parque aquático?
Quem se lembra das crianças assassinadas na Madeira e do mistério dos crimes imputados ao padre Frederico?
Quem se lembra que um dos raros condenados em Portugal, o mesmo padre Frederico, acabou a passear no Calçadão de Copacabana?
Quem se lembra do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça foi roubada do Instituto de Medicina Legal?
Em todos estes casos, e muitos outros, menos falados e tão sombrios e enrodilhados como estes, a verdade a que tivemos direito foi nenhuma.
No caso McCann, cujos desenvolvimentos vão do escabroso ao incrível, alguém acredita que se venha a descobrir o corpo da criança ou a condenar alguém?
As últimas notícias dizem que Gerry McCann não seria pai biológico da criança, contribuindo para a confusão desta investigação em que a Polícia espalha rumores e indícios que não têm substância.
E a miúda desaparecida em Figueira? O que lhe aconteceu? E todas as crianças desaparecida antes delas, quem as procurou?
E o processo do Parque, onde tantos clientes buscavam prostitutos, alguns menores, onde tanta gente "importante" estava envolvida, o que aconteceu?
Arranjou-se um bode expiatório, foi o que aconteceu.
E as famosas fotografias de Teresa Costa Macedo? Aquelas em que ela reconheceu imensa gente "importante", jogadores de futebol, milionários, políticos, onde estão? Foram destruídas? Quem as destruiu e porquê?
E os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran mais os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal, onde é que isso pára?
O mesmo grupo Carlyle onde labora o ex-ministro Martins da Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha para a sua filha.
E aquele médico do Hospital de Santa Maria, suspeito de ter assassinado doentes por negligência? Exerce medicina?
E os que sobram e todos os dias vão praticando os seus crimes de colarinho branco sabendo que a justiça portuguesa não é apenas cega, é surda, muda, coxa e marreca.
Passado o prazo da intriga e do sensacionalismo, todos estes casos são arquivados nas gavetas das nossas consciências e condenados ao esquecimento.
Ninguém quer saber a verdade. Ou, pelo menos, tentar saber a verdade.
Nunca saberemos a verdade sobre o caso Casa Pia, nem saberemos quem eram as redes e os "senhores importantes" que abusaram, abusam e abusarão de crianças em Portugal, sejam rapazes ou raparigas, visto que os abusos sobre meninas ficaram sempre na sombra.
Existe em Portugal uma camada subterrânea de segredos e injustiças, de protecções e lavagens, de corporações e famílias, de eminências e reputações, de dinheiros e negociações que impede a escavação da verdade.
Este é o maior fracasso da democracia portuguesa
Clara Ferreira Alves - "Expresso"
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18 Novembro, 2009
Livro Caim – José Saramago
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12 Novembro, 2009
Supertramp Dreamer live in Paris
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11 Novembro, 2009
Poema do Silêncio – José Régio
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06 Novembro, 2009
30 Escândalos que marcam Portugal
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05 Novembro, 2009
HORA&ABSURDA – Fernando Pessoa
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31 Outubro, 2009
Intermedio. La boda de Luís Alonso. J Gimenez. Lucero Tena
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08 Outubro, 2009
Energia e monopolios!
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30 Setembro, 2009
Os Portugues vão pagar os Submarinos de Paulo Portas
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27 Setembro, 2009
Ir a votos custa 11 milhões de euros
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16 Setembro, 2009
Um Símbolo de Portugal em Espanha
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14 Setembro, 2009
Portugal Rumo ao Futuro?
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12 Setembro, 2009
Posição do DD sobre a realização simultânea das eleições legislativas e autárquicas
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11 Setembro, 2009
“Impostos foram aumentados”

Manuela Ferreira Leite cometeu uma gafe durante conferência sobre política fiscal
A conferência era sobre política fiscal e a questão de subir ou descer os impostos depois das eleições foi o ponto mais polémico entre os líderes partidários. José Sócrates, acusou o PSD de prometer baixar impostos durante a campanha eleitoral, recordando que quando os sociais-democratas estiveram no Governo, subiram a carga fiscal.
“Vejo alguns que, quando estavam no Governo, agravaram o Pagamento Especial por Conta (PEC), mas que agora o transformam no seu principal inimigo”, afirmou o secretário-geral do PS, no fórum ‘Perspectivas Fiscais’, promovido pela Câmara dos Técnicos Oficiais de Contas e pela rádio TSF, referindo que “não se pode ter uma política fiscal no Governo e outra quando se passa a oposição”.
A presidente do PSD recordou o aumento da carga fiscal com o Governo de Sócrates. “São os números que dizem que em 2005 nós assistimos ao maior aumento de impostos de que há memória. Todos os impostos foram aumentados.”
Fora do espectro partidário, Saldanha Sanches diz que as propostas do Bloco, do PCP e do PSD aumentariam as receitas enquanto as do PS manteriam quase tudo na mesma e as do CDS-PP implicam queda nas receitas. O especialista apontou ainda para o aumento da fraude fiscal durante a crise. “O IVA caiu 25%, mas o consumo em Portugal não caiu tanto”, um sintoma “do grande aumento da fraude fiscal”.
O presidente da Confederação da Indústria Portuguesa (CIP), Francisco van Zeller defendeu o fim do IRC para as empresas cujo volume de negócios não ultrapasse os 500 mil euros.
LÍDER DO PSD COMETE GAFE
A gafe ocorreu durante o debate televisivo entre Manuela Ferreira Leite e Jerónimo de Sousa de anteontem, quando a ex-ministra das Finanças afirmou, repetidamente, que uma taxa de 42% sobre os lucros das grandes empresas é excessiva. Só que 42% não é a taxa máxima de IRC, é sim a taxa máxima de IRS (imposto sobre os rendimentos particulares). A taxa máxima de IRC em Portugal é de 25%. Ontem, Sócrates recordou o erro da adversária, afirmando que a proposta do Governo é de baixar a taxa "não de 42% mas dos 25% para 12,5%".POSIÇÕES
"ESTADO PAGA JUROS", Paulo Portas, líder do CDS/PP
"A única maneira de conseguirmos resolver a situação das dívidas do Estado aos fornecedores é obrigar o Estado a pagar juros quando se atrasa nas dívidas para com os empresários."
"ACABAR COM OFF-SHORES", Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP
"É indispensável acabar com todos os paraísos fiscais, que são fundamentalmente espaços financeiros onde é feita a lavagem de capitais resultantes de actividades económicas ilícitas."
"CONTRIBUINTE PAGA", Francisco Louçã, dirigente do BE
"Só na construção de seis auto-estradas negociadas e adjudicadas, há uma diferença de 689, 362 milhões de euros entre o preço da adjudicação e o preço final. Quem paga é o contribuinte.Fonte:C.M.
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Etiquetas: gaffes de socrates, politicos, portugal
26 Agosto, 2009
Les Petits chanteurs a la croix de bois, Concert in Seoul, Korea, Nov 30, 1996
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24 Agosto, 2009
Espiões alastram nos Serviços Públicos
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Etiquetas: DITADURA, SOCRATES PORTUGAL COVEIRO DA NAÇÃO
19 Agosto, 2009
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13 Agosto, 2009
A Prêmio Nobel da Paz e ícone pró-democracia da Birmânia, Aung San Suu Kyi foi sentenciada esta semana a mais um ano e meio de prisão.

A Prêmio Nobel da Paz e ícone pró-democracia da Birmânia, Aung San Suu Kyi foi sentenciada esta semana a mais um ano e meio de prisão.
O caso da Aung San Suu Kyi é só uma fracção da brutalidade do regime militar da Birmânia: são 40 anos de assassinatos, tortura, estupro em massa e trabalho escravo.
Chegou a hora de levarmos os generais da Birmânia ao tribunal. A Avaaz está lançando um chamado para o Conselho de Segurança da ONU pedindo a investigação da junta militar por crimes contra a humanidade. Um veredicto culpado poderá indiciar generais de alto escalão, deixando claro para a junta que eles não ficarão impunes pelas atrocidades que cometeram. Clique abaixo para assinar a petição e ver o banner que será colocado na frente da ONU:
Dentro dos próximos meses o Reino Unido e Estados Unidos terão a poderosa presidência do Conselho de Segurança da ONU. Tanto o Presidente Obama quanto o Primeiro Ministro Gordon Brown já se manifestaram fortemente sobre a Birmânia portanto agora é o momento exacto para pressionar o Conselho de Segurança a agir.
Os Estados Unidos, Reino Unido e outros membros do Conselho ainda estão hesitantes. Eles estão preocupados em desafiar a China, grande aliada do regime da Birmânia. Somente com uma forte pressão pública global, eles serão motivados a pressionar a China a não vetar. No caso de Darfur, por exemplo, devido à grande pressão internacional a China permitiu o julgamento por crimes contra a humanidade, apesar de ser aliada do governo do Sudão.
A pressão para a investigação e julgamento dos generais Birmanês está aumentando. Um relatório recente feito para Universidade de Harvard por juristas globais sênior, revelam que a ONU já documentou secretamente o recrutamento de dezenas de milhares de crianças soldado, mais de um milhão de refugiados e populações deslocadas, numerosos casos de assassinatos, tortura, estupro em massa e a expulsão de 3000 aldeias de minorias étnicas – tantos casos quanto Darfur. O povo da Birmânia precisa urgentemente de apoio internacional, participe do chamado para levar os generais ao tribunal:
A comunidade da Avaaz apoiou o povo da Birmânia em momentos críticos como a devastação do ciclone Nargis, a forte repressão à marcha dos monges em 2007 e apelando para a libertação dos presos políticos. Com o nosso apoio global teremos a chance de influenciar o órgão mais poderoso da lei internacional - o Conselho de Segurança da ONU - e finalmente levar justiça para a Birmânia. Assine a petição e depois encaminhe este alerta para seus amigos e familiares
Com esperança.
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13.8.09
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Etiquetas: BIRMANIA TIRANIA PETIÇÃO DIVULGAR ASHERA















